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Mostrando postagens de abril, 2026

DIÁLOGOS IMPROVÁVEIS (Versão definitiva)

 Um professor de filosofia, já próximo de aposentar-se, sentado à sombra de ma frondosa árvore, no Campus Universitário, dialoga com um de seus alunos, sobre o sentido da vida, da existência de Deus e da vida pós-morte DIÁLOGOS IMPROVÁVEIS O sol filtrava-se pelas folhas da grande árvore no centro do campus universitário, desenhando manchas douradas no chão de pedra. O professor, já de cabelos quase todos brancos e com a voz rouca, marcada por anos de sala de aula, descansava num banco de madeira. Ao seu lado, um aluno folheava um caderno cheio de anotações, mas com o olhar mais perdido do que atento. — Professor… — começou o aluno, hesitante. — Às vezes eu me pergunto se tudo isso faz mesmo sentido. A vida, os estudos, as escolhas… e até a ideia de Deus. E a vida depois da morte… será que existe algo? O professor sorriu de leve, sem pressa de responder. Olhou para as folhas se movendo com o vento antes de falar. — Essa é uma pergunta antiga demais para ter uma resposta única — diss...

DIÁLOGOS IMPROVAVEIS

                                     DIÁLOGOS IMPROVAVEIS Um professor de filosofia, já próximo de aposentar-se, sentado à sombra de ma frondosa árvore, no Campus da Universidade, dialoga com um de seus alunos, sobre o sentido da vida, da existência de Deus e da vida pós-morte Em casa, o professor recordava o diálogo com um de seus alunos. Sentado em sua poltrona, diante de sua vasta biblioteca, percorria as lombadas, procurando o livro que estivera lendo.  Tinha o hábito de ler vários livros ao mesmo tempo. Alguns apenas pesquisava alguns capítulos, que lhe interessavam. Eram livros de consulta. Absorto em sua busca, corria os olhos nas lombadas dos livros. Álvaro levantou-se para fazer um café, hábito que adquirira antes de iniciar suas leituras. Caminhou até a cozinha. Preparava o café, quado a campainha soou. A campainha soou novavemente. Alvaro pediu ao aluno que atend...

O PASSADO VISITA O PRESENTE

    Olavo, um veterinário de meia idade, reconhecido como um excelente profissional, escreve pequenas anotações, onde registra seus sentimentos da perda da esposa. Suas reflexões sobre a brevidade da vida, buscando de alguma forma, respostas que amenizem suas dores, na solitude. Ama os gatos, que compensam com seu amor, seus pensamentos pesarosos. Tutor de cinco gatos, consola-se com o amor que recebe dos felinos, que parecem entender o seu sofrimento. Discorrer sobre os gatos, dando nomes a cada um, e refletindo sobre a fidelidade dos animais ao ser humano. Fazer uma reflexão sobre gatos, suas peculiadidades, e sua forma de existir silenciosamente. .................................................................................... OS MISTERIOSOS CAMINHOS DO PASSADO  Olavo, com suas mãos acostumadas a curar, descobriu que há dores que não se auscultam, nem se suturam. A perda da esposa abriu um vazio que não se preenche com ciência, apenas com o tempo — e, às vezes, nem ...